Reúna o que já está disponível.
Separe a certidão de óbito, os documentos pessoais que possui e as informações conhecidas sobre bens e obrigações. Esta não é uma lista completa de exigências: a documentação necessária será indicada conforme as particularidades do caso.
Identifique o que precisa ser confirmado.
Faça uma relação inicial das pessoas envolvidas, dos bens conhecidos e dos documentos que ainda não foram localizados. Uma informação pendente pode ser anotada como pendente; não é preciso preencher as lacunas por suposição.
Traga também as dúvidas.
Registre o que a família precisa compreender sobre o procedimento, a documentação, os custos e o acompanhamento. Não escolha um caminho apenas porque ele foi usado por outra família: a análise deve considerar as circunstâncias concretas.
Organizar não significa ter tudo resolvido. Significa criar um ponto de partida confiável para a análise.
Conteúdo informativo. Não substitui a análise individualizada do seu caso.